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Trombose na Mulher: um novo desafio na Ginecologia e Obstetrícia?

Uma em cada quatro mortes no mundo é em decorrência de um coágulo que finda a vida. O dia não foi escolhido ao acaso. 13 de outubro é a data de aniversário de Rudolf Virchow, o pai da Patologia moderna e criador da célebre tríade que leva seu nome pela eternidade. Em seus escritos originais, Virchow descreveu com destaque a necrópsia de puérperas que tinham em comum uma das pernas acometidas por um coágulo venoso, associado a um coágulo pulmonar.

O parto, ao longo da história, sempre foi associado a risco de morte. Com a evolução dos cuidados hospitalares, as intervenções médicas conseguiram reduzir as altas taxas de óbitos maternos. Em países que controlaram as causas clássicas de morte materna direta, como eclampsia e hemorragia, o tromboembolismo venoso desponta como a principal delas.Na sua forma mais letal – a embolia pulmonar–, o tromboembolismo venoso apresenta uma grande barreira de dificuldade a seu diagnóstico durante a gestação, em parte pela limitação ao uso de métodos de imagem que dependem de radiação.

A cada 1.000 partos, 1 a 2 mulheres tem tromboembolismo venoso. Estima-se que de cada cinco gestantes ou puérperas que morrem por embolia pulmonar, quatro tem ao menos um fator de risco. A atenção do tocoginecologista a estes indícios possibilita o uso do mais efetivo recurso: a prevenção. A prevenção do TEV na gestação, através de diretrizes baseadas em fatores de risco e a consequente instituição de profilaxia farmacológica, é ainda a melhor estratégia para reduzir esta nefasta intercorrência. Ainda, o uso de contraceptivos hormonais combinados aumenta o risco de tromboembolismo venoso em aproximadamente duas vezes.

A gestação, como critério de comparação, aumenta este risco em quatro a cinco vezes, e o puerpério em 20 a 35 vezes. Os métodos contraceptivos hormonais combinados constituem um importante arsenal terapêutico na prática cotidiana do tocoginecologista. A mulher não pode ser privada dos benefícios contraceptivos e extra-contraceptivos destas medicações.

Tanto o uso indiscriminado quanto sua proibição imotivada são inadequados e indesejados. Cada vez mais a escolha do método é feita por criteriosa seleção, sempre se avaliando as contraindicações, critérios de elegibilidade e autonomia da paciente.

A virtude,aqui também, está no meio. E, por último, mas não menos importante, há a preocupação com o tromboembolismo venoso em decorrênciadas cirurgias ginecológicas.

O uso de escores de risco, como o de Caprini, possibilita estratificar o risco individual, dando a exata dimensão de quando e como realizar a tromboprofilaxia, ponderando entre o riscos de trombose e sangramento.

Por tudo isso, e mais um pouco, hoje é um dia de reflexão para todos nós, Ginecologistas e Obstetras, em nossa luta contínua pela saúde da Mulher Brasileira.


ANDRE LUIZ MALAVASI LONGO DE OLIVEIRA

Presidente da CNE Trombose na Mulher 

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Veja qual a importância da prevenção da Osteoporose

O Dia Mundial da Osteoporose, comemorado em 20 de outubro, tem como objetivo conscientizar as pessoas da importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento da doença que atinge, principalmente, pessoas acima de 50 anos. Como um problema de saúde pública, já que há uma elevada taxa de morbidade e mortalidade decorrentes das fraturas osteoporóticas, é importante alertar e ensinar a população sobre quais as complicações que a Osteoporose traz e quais medidas preventivas podem ser tomadas.

Trombose na Mulher: um novo desafio na Ginecologia e Obstetrícia?

Uma em cada quatro mortes no mundo é em decorrência de um coágulo que finda a vida. O dia não foi escolhido ao acaso. 13 de outubro é a data de aniversário de Rudolf Virchow, o pai da Patologia moderna e criador da célebre tríade que leva seu nome pela eternidade. Em seus escritos originais, Virchow descreveu com destaque a necrópsia de puérperas que tinham em comum uma das pernas acometidas por um coágulo venoso, associado a um coágulo pulmonar.

Em defesa da assistência segura às gestantes, FEBRASGO vai à Justiça contra resolução do COFEN

Considerando a aprovação em plenária do Conselho Federal de Enfermagem, COFEN, de resolução que normatiza a realização de ultrassonografia obstétrica por enfermeiros especialistas;

Considerando a alegação, via resolução, de que o exame tem caráter privativo de enfermeiros obstétricos;

Aconteceu

AAS na Prevenção da Pré Eclampsia

Coordenação do Núcleo 
Dr. Eduardo Becker
Próxima reunião
12 de agosto às 9h00 (sábado)

Av. Ipiranga. 5311 Sala 201

CEP: 90610-000
Porto Alegre /RS

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